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Uber expande viagens com carro elétrico para 1.400 cidades

A Uber também anunciou parceria para desconto no aluguel de carros elétricos e a recarga das baterias em cidades americanas

A Uber anunciou, nesta terça-feira (12), a expansão de seu plano para levar viagens de carros elétricos para cidades do mundo, o Uber Green. Com a novidade desta semana, quem estiver em mais de 1,4 mil locais da América do Norte poderá pagar uma taxa extra para não andar em um veículo que utiliza apenas gasolina ou outra fonte de energia criada a partir de combustíveis fósseis.


Uber Green (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)
Foto: Tecnoblog

O Uber Green foi lançado em setembro do ano passado, como opção para pedir uma corrida em 15 cidades dos Estados Unidos e também no Canadá. Nela, o motorista precisa ter um veículo híbrido ou totalmente elétrico e o custo extra pela viagem é de US$ 1, aplicado logo acima da quantia sugerida pelo UberX - modalidade mais econômica para quem quer viajar sem compartilhar o carro com outras pessoas.

Para quem pede a corrida, o Uber Green é exibido junto da lista de modalidades disponíveis na área, como o Uber Black para carros mais confortáveis e espaçosos, as variantes Bag para porta-malas ainda maior, WAV com veículos adaptados para cadeiras de rodas e o Connect (Flash no Brasil) que faz a entrega de encomendas ou pacotes.

Outra novidade apresentada junto da expansão do programa é sua inserção dentro do Uber Pass. Nele o usuário paga uma quantia mensal em forma de assinatura e consegue 10% de desconto no valor final da corrida feita com o UberX e agora o Uber Green, além de frete grátis para entregas com o Uber Eats e compras de mercado.

O motorista parceiro também recebe mais pela corrida que realizar dentro do programa Uber Green: US$ 0,50 se o carro for híbrido e a quantia sobe para US$ 1,50 se o veículo utilizar apenas energia elétrica como combustível.

Agora, poucos dias após o programa completar quatro meses de vida, o número de cidades contempladas aumentou quase 93 vezes e passa a estar presente em 1,4 mil cidades espalhadas pela América do Norte como Washington D.C., Austin, Houston, Miami, Nova York e Tucson nos Estados Unidos, junto de Calgary e Winnipeg no Canadá.

Uber reforça seu plano de viagens 100% elétricas
Além de expandir o programa Uber Green, a empresa também está tomando a dianteira para aumentar a chance de cumprir sua promessa feita no ano passado, quando garantiu que todas as viagens feitas pelo app precisam acontecer em carros elétricos até 2040.

A partir deste mês, motoristas parceiros que estão em Los Angeles, nos Estados Unidos, poderão alugar carros elétricos com desconto para fazer as corridas na região. Já para os que estão em São Francisco, no mesmo estado americano da Califórnia, a troca de bateria dos carros alugados poderá acontecer em poucos minutos. A ideia não é para a substituição do componente defeituoso ou no fim de sua vida útil, mas para que o motorista não precise esperar o tempo para recarregar o carro - momento sem qualquer dinheiro entrando.

Por fim, uma empresa chamada EVgo firmou parceria com a Uber para oferecer descontos para motoristas da plataforma que recarregarem seus veículos nas estações da marca, presentes em mais de 800 cidades americanas.

O que é o Parler e por que saiu do ar

Antes que a Apple banisse o Parler de sua App Store no sábado, o site de mídia social liderou o ranking de aplicativo gratuito mais popular da App Store nos Estados Unidos. O interesse no

aplicativo aumentou depois que o Twitter baniu a conta de Donald Trump, na sexta-feira. Depois que a Amazon.com parou de hospedar os serviços do Parler, efetivamente tirando do ar a rede social, o site agora está lutando pela sobrevivência. O QUE É O PARLER? Parler, criado em 2018, é uma rede social que se auto-intitula como um espaço "voltado para a liberdade de expressão". O aplicativo atraiu amplamente os conservadores dos EUA que discordam das regras sobre conteúdo em sites de mídia social como Facebook e Twitter. Parler teve cerca de 10,8 milhões de instalações globalmente na App Store e Google Play, 8,7 milhões delas nos EUA, de acordo com dados da empresa de pesquisa Sensor Tower. Em janeiro, disse ter mais de 12 milhões de usuários registrados. O presidente Jair Bolsonaro mantém uma conta no serviço. Trump, que na semana passada foi permanentemente suspenso do Twitter, não tem uma conta Parler verificada, mas sua campanha Team Trump tem. Aliados de Trump, como o advogado Rudy Guiliani e o filho do presidente Eric Trump, também se juntaram à plataforma, assim como representantes da mídia conservadora como Epoch Times e Breitbart News, além de republicanos proeminentes, incluindo o senador Ted Cruz. Em novembro, a ativista conservadora Rebekah Mercer confirmou que ela e sua família, incluindo seu pai e o investidor de fundos de hedge Robert Mercer, forneceram fundos para a empresa. O comentarista conservador Dan Bongino também disse em junho que estava adquirindo uma participação acionária na empresa, que tem sede perto de Las Vegas. POR QUE SAIU DO AR? O site desapareceu da internet depois que a Amazon.com suspendeu seu serviço de hospedagem para a empresa, que aparentemente ainda não encontrou um substituto para abrigar seus arquivos. O Parler foi acusado por provedores de infraestrutura da internet de não fazer o suficiente para evitar a disseminação de mensagens incitando a violência, após a invasão do Capitólio por apoiadores de Trump na última quarta-feira. O episódio se segui a semanas de retórica violenta em sites. O Parler agora está processando a Amazon, acusando a empresa de uma decisão
ilegal e politicamente motivada para tirar seus serviços do ar. A Amazon disse que a ação não tem mérito. Em um email incluído no processo do Parler, a Amazon citou 98 exemplos de publicações que "claramente encorajam e incitam a violência".

O presidente-executivo da Parler, John Matze, disse que a empresa "não tolera nem aceita violência" em sua plataforma.

Pesquisadores da área de desinformação disseram que grupos de extrema direita que participaram da invasão ao Capitólio mantiveram uma presença online vigorosa em plataformas alternativas, incluindo o Parler, onde espalharam retórica violenta e se organizaram antes dos distúrbios.

Algumas dicas para você aprender a digitar mais rápido

Posição das mãos é essencial para agilidade; Objetivo final é conseguir escrever sem olhar para o teclado

Ainda que as telas sensíveis ao toque e as interfaces de controle de voz estejam cada dia mais presentes no dia a dia, o teclado ainda é o mais usado no caso de documentos maiores e importantes.

Por isso, é sempre importante ter uma boa velocidade de digitação.

Conheça algumas dicas, técnicas e aplicativos que ajudarão a fazer a digitação ser ainda mais rápida:

Quão rápido é possível digitar?

Antes de melhorar a velocidade, é uma boa ideia saber o quão rápido a pessoa pode digitar. Uma maneira simples e gratuita de fazer isso é fazer um teste de velocidade on-line. No www.thetypingcat.com
é possível fazer testes de um, três ou cinco minutos.

Usar todos os dedos

Não é incomum as pessoas digitarem com apenas dois dedos, mas para ficar mais rápido, é preciso usar todos os dedos. A princípio, isso pode parecer desconfortável, um pouco desconcertante e provavelmente fará com que a pessoa digite mais devagar.

Um dos principais aspectos da digitação mais rápida é minimizar a quantidade de movimento das mãos. Ao tentar digitar com todos os dedos, há uma boa chance de mover as mãos pelo teclado. Para parar com isso e construir bons hábitos desde o início, existe uma posição de mão padrão que deve ser adotada.

Ao olhar para o teclado, deverá ter duas pequenas linhas em relevo nas teclas F e J. Elas são as teclas onde os dedos indicadores devem estar quando começar a digitar. Essas letras são colocadas de maneira centralizada e apontam para onde os dedos retornam ao longo de qualquer digitação.

O usuário pode tentar colocar seus dedos indicadores neles e depois os outros nas três teclas à esquerda de F (D, S, A) e à direita de J (K, L ,;). Os polegares também se juntam, pois eles serão usados para usar a barra de espaço. Ao usar um laptop, a base das palmas das mãos ficará em ambos os lados do trackpad.

Experimentar alguns tutoriais de digitação

Há diferentes tutoriais disponíveis on-line, como no já mencionado site www.thetypingcat.com. O curso básico começa com apenas algumas letras que precisam ser digitadas na ordem correta. Estes são F e J, os quais devem ser digitados com os dedos indicadores.

As lições progridem de maneira confortável, concentrando-se em uma linha do teclado por vez. Em seguida, há o curso Avançado, que incorpora pontuação, capitalização e números.

Ficar de olho na tela

O objetivo final de digitar rapidamente é conseguir escrever sem olhar para o teclado. Pode parecer impossível quando ao começar, mas ao manter usar a posição correta para as mãos e fazendo os cursos, isso é possível em um mês ou dois.

(Fonte: Martyn Casserly, Tech Advisor) - 07/01/2021
Faber-Castell foca no ensino de inovação para crianças

Empresa bicentenária criou braço educacional para desenvolver o pensamento criativo de alunos do ensino fundamental

De um lado, o relatório “Futuro do Trabalho” do Fórum Econômico Mundial diz que, a partir de 2020, ter pensamento criativo será a terceira habilidade mais procurada no mercado. Do outro, pesquisas, como a do americano George Land, mostram que o ser humano perde sua criatividade com o decorrer do tempo. Pensando nesse paradigma, a subsidiária brasileira da marca alemã de lápis e material escolar Faber-Castell decidiu criar um braço de ensino voltado para práticas de inovação em escolas do ensino fundamental.



Com foco em ensinar habilidades de pensamento imaginativo para crianças do 1° ao 3° ano, o braço educacional da empresa, o Faber-Castell Educação, criou, em 2018, o programa “Aprendizagem Criativa”, que capacita professores de escolas parceiras com fundamentos de inovação, assim como instala um espaço dentro da instituição, com materiais, como kits de robótica, e equipamentos tecnológicos -- tais como laser para corte e gravuras e impressora 3D. Ao todo, a iniciativa já está presente em 12 escolas nos estados de São Paulo e Pernambuco.

O diretor de inovação da Faber-Castell Brasil, Fábio Carvalho, conta ao Terra, no evento de negócios digitais Fire Festival 2019, que a empresa não decidiu entrar no setor educacional por questões financeiras. “Nós entendemos que há um oceano azul de possibilidades dentro desse desafio da falta de profissionais criativos”, afirma. Uma das formas de preparar melhor as pessoas para o futuro mercado de trabalho, diz ele, é começar o trabalho de estímulo à criatividade no começo do processo educacional.

No entendimento de Carvalho, as crianças dos primeiros anos do ensino fundamental são mais propensas a desenvolver capacidades criativas. “A imaginação e a inventividade são características muito presentes na infância”, afirma. “Fica mais fácil de trabalhar essas habilidades por ser algo do dia a dia desses alunos.” De acordo com ele, quanto mais jovens os alunos, maior a facilidade de criar uma atmosfera lúdica na sala de aula, o que gera resultados de aprendizado mais rápidos.

A Faber-Castell não faz programas apenas para crianças. Dentro de seu braço educacional, a corporação bicentenária também faz treinamentos para adultos, em uma espécie de educação executiva, seja para empresas ou para o público geral. Dentro do Shopping Market Place, em São Paulo (SP), a companhia criou um espaço de criatividade e inovação, onde ocorrem as aulas. LG, Heineken, Cargill, Carrefour, Pfizer são algumas das empresas que recorreram ao programa da corporação.

*O repórter viajou para o evento a convite da Hotmart

(Fonte: Matheus Riga*Direto de BH) - 07/01/2021
O contato físico vai ter valor quando acontecer, diz diretor do Google for Startups

Para André Barrence, ano de distanciamento social ajudou a provar novas hipóteses sobre programas de aceleração, mas também ressaltou importância de encontros pessoais

Em 2021, o espaço de inovação para startups do Google em São Paulo, o Google for Startups - Campus São Paulo (antigamente conhecido como Campus), vai completar cinco anos. Uma destas temporadas, porém, foi com portões fechados ao público e totalmente virtual, devido à pandemia. Pela primeira vez, a empresa teve de descobrir como fazer programas de aceleração para startups totalmente pela
internet. Os números mostram que a experiência foi positiva: este ano, foram atendidas 88 startups, 38% a mais que no ano passado.

Ao todo, seis programas e nove turmas aconteceram em 2020, contra quatro programas e seis turmas em 2019. Além disso, houve maior quantidade de mentores presentes - 205, 37% a mais que no ano passado - nas sessões de apoio às empresas inovadoras. E mais de 40 mil pessoas assistiram pela internet aos eventos feitos pela organização, contra 12 mil pessoas presencialmente em 2019. Diante das estatísticas, há quem se questione se há a necessidade de manter um espaço físico - um prédio de seis andares na região do Paraíso, na zona sul da capital paulista.

Para André Barrence, diretor do espaço, a dúvida passou muitas vezes pela cabeça, mas a resposta é que vale a pena manter a sede sim, mesmo que ela siga fechada. "Como pessoas, somos sociais e valorizamos a presença física. A decisão de manter o espaço vem de acreditar que a presença e o contato físico vão ter valor ainda maior quando puderem acontecer, mesmo que não seja da mesma

forma", diz o executivo, em entrevista ao Estadão.

Na visão dele, será necessário adaptar o espaço para uso em um futuro próximo - talvez o Campus não seja mais aberto a qualquer pessoa, como é hoje, mas será um espaço para os empreendedores se relacionarem. "A gente vai adaptar, até porque estamos fazendo cinco anos. Não consigo imaginar nada em tecnologia que se pareça com o que foi originalmente lançado cinco anos depois", diz

Barrence, que também falou ao jornal sobre as mudanças acontecidas em 2020 e os planos para os próximos meses. A seguir, os principais trechos da entrevista.

Como foi 2020 para o Google for Startups? Como é um ano de distanciamento para um centro de inovação que é… físico?
Foi um ano de extrema resiliência e muita transformação, mas também com aceleração de transformações que a gente já queria fazer. Todo o contexto do distanciamento social e o fechamento de estrutura física fez com que isso ganhasse velocidade. Nós conseguimos executar o que a gente havia planejado, mas a forma foi diferente. Como líder de um time, acho que o principal foi perceber

que a vontade de fazer coisas novas teve de ser equilibrada com uma empatia sem precedentes, ao momento em que cada pessoa estava passando, seja no trabalho ou no contexto familiar. E isso vale também para as startups. A maior parte das startups foi bastante afetada no primeiro trimestre da pandemia, por quebras de receita, necessidade de ter caixa pros meses seguintes… A gente buscou
ajudar muito nesse vale da morte, ajudando as empresas a superar esse momento difícil. Resiliência foi a palavra da vez, mas a liderança consciente foi o atributo que a gente mais precisou colocar para funcionar. Ao longo do ano, foi exigido dos líderes um papel que não existia num ano normal, mas isso fez muita gente chegar fortalecida agora.

Houve programas 100% digitais pela primeira vez. Como foi a experiência?
O ambiente e o formato 100% digital fez com que a gente conseguisse ser mais eficiente e ter mais abrangência. Muitos empreendedores elogiaram o fato de que a gente conseguiu ter eficiência, mas também ter sutileza e cuidado com as pessoas. Mas por outro lado, a gente sabe que uma parte das interações sofreu por conta do distanciamento e do não-contato pessoal que o espaço físico proporciona. A gente ainda não sabe como vai resolver essa questão no ano que vem. Eu gostaria que esse contato físico acontecesse entre os fundadores, é ali que a rede de empreendedores é formada.

Mas por outro lado, o alcance digital nos ajudou muito. Nós tivemos 42 mil pessoas vendo as nossas lives esse ano. No mundo físico, em 2019, foram 12 mil pessoas. Além disso, teve gente espalhada pelo Brasil inteiro, o que mostra que nós quebramos a bolha da presença física, com empreendedores de todos os cantos tendo acesso a conteúdo de qualidade.

Faz sentido manter um espaço físico já que o digital deu certo e trouxe frutos?
Foi uma pergunta que eu me fiz várias vezes durante o ano. O movimento de digitalização gera dúvidas, ainda mais com a eficiência e efetividade de ter times físicos em contato constante. Eu tenho a seguinte opinião: como pessoas e como empreendedores, nós somos sociais. É algo que faz parte da nossa própria natureza e que a gente teve que se adaptar momentaneamente a um novo cenário. Não

significa que a gente vai deixar de ter ou valorizar a presença física. A decisão de manter o espaço físico vem por acreditar que a presença e o contato físico vão ter valor ainda maior quando acontecerem. Ela não vai acontecer da mesma forma. A gente talvez não tenha um espaço aberto e gratuito nos mesmos moldes, a gente vai se adaptar, mas a gente vai se adaptar sempre entendendo que o

espaço físico e o contato vai ter muito valor. O espaço ainda vai ter importância significativa, para nutrir e ampliar essa rede de empreendedores.

São mudanças que estão relacionadas ao fato de fazer cinco anos?
Eu não consigo imaginar nada em tecnologia, cinco anos depois, que se pareça com o que foi originalmente lançado. A gente vai fazer essas mudanças, é algo que vai fazer sentido para os empreendedores, nesse novo contexto. Nesse momento, a gente continua fechado, a gente segue a mesma diretriz na companhia. O escritório segue fechado e o campus está fechado. Muita coisa já aconteceu em termos de readequações, em coisas ligadas a questões sanitárias, mas ele está 100% fechado para qualquer pessoa que vá trabalhar lá. Cinco anos parece outra vida, sabe? Quando a gente começou, a gente não tinha números para mostrar o que a gente ia fazer, hoje a gente identifica com clareza onde está nosso maior valor.

E que diferença faz passar por um programa do Google?
Nossos programas passaram a ser mais focados em desafios que são extremamente específicos de startups em momentos específicos. Um programa, o Accelerator, é para ajudar a empresa tomar decisões de tecnologia após achar a adequação ao mercado. Já o Growth Academy ajuda e identificar oportunidades para acelerar máquinas de crescimento. Quando a gente vê resultados, a gente consegue entender o
diferencial que trazemos, de forma bem profunda. É difícil bater o martelo e dizer que as startups que estão com a gente crescem mais que todo mundo, mas elas crescem muito. Além disso, estar atrelado à marca Google é algo que as ajuda a conquistar clientes, parceiros e investidores. Não acho que nosso objetivo seja competir no mercado e ter o melhor programa, mas a gente quer agregar
um valor único para as startups dadas as nossas competências.

(Fonte: Bruno Capelas - Estadão) - 30/12/2020
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O Portal da 25 de Março foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área doméstica em geral.